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Dia do cinema brasileiro: uma celebração da arte e identidade nacional

  • Foto do escritor: ISADORA  FERREIRA BIZERRA
    ISADORA FERREIRA BIZERRA
  • 19 de jun. de 2025
  • 2 min de leitura

O dia do cinema brasileiro é comemorado no dia 19 de junho, data que representa o nascimento dessa arte no Brasil, relembrando as primeiras filmagens realizadas por Afonso Segreto em 1898, quando chegou à Baía de Guanabara. Esse marco histórico representa o início de uma trajetória na qual o cinema nacional se consolidou como uma das principais formas de expressão artística e cultural do Brasil.


A importância desse dia vai além da comemoração. A data celebra a força criativa, a diversidade cultural e o impacto social do cinema brasileiro. É também uma oportunidade de reconhecer seu papel fundamental na valorização da identidade nacional. Celebrar o Dia do Cinema Brasileiro é, portanto, valorizar a arte produzida no país, apoiar seus criadores e reconhecer sua contribuição essencial para a construção da nossa cultura.


Ao longo das décadas, o cinema brasileiro não só se consolidou como uma das principais formas de expressão artística e culturais do país, como também ganhou destaque no cenário internacional. Com produções que abordam temas sociais, políticos e regionais, o cinema nacional tem conquistado reconhecimento e prestígio, dando voz a diferentes grupos e realidades do Brasil. Assim, ele não apenas mostra a nossa cultura, como também contribui para o diálogo com outras culturas e

para a construção de uma imagem positiva do Brasil.


Filmes que fizeram história




— O Auto da Compadecida


As aventuras dos nordestinos João Grilo (Matheus Natchergaele), um sertanejo pobre e mentiroso, e Chicó (Selton Mello), o mais covarde dos homens.









— Central do Brasil   

 

Uma jornada emocionante de uma ex-professora que escreve cartas para pessoas analfabetas e um menino cuja mãe acabou de morrer, em busca do pai que ele nunca conheceu.








— Cidade de Deus


Os caminhos de duas crianças divergem nas favelas do Rio, enquanto um se esforça para se tornar um fotógrafo e o outro um chefe do tráfico.









—Ainda estou aqui


História real de Eunice Paiva, mãe de cinco filhos, que se reinventa após o desaparecimento e morte do seu marido, o ex-deputado Rubens Paiva, durante a ditadura militar brasileira.









Redatora: Aléxia Félix

Orientadora: Profa. Maria Aparecida

Site: Isadora Ferreira Bizerra e Arthur Silva Pichiliani

Instagram: Julia Maria e Yasmin Garcia

 
 
 

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