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IA pode acabar criando empregos em vez de destruí-los por enquanto.

  • Foto do escritor: Ana Luysa Santos Dimas de Lima
    Ana Luysa Santos Dimas de Lima
  • 17 de mar.
  • 1 min de leitura

Um estudo do Instituto Ifo aponta que mais de 25% das empresas alemãs preveem cortes de pessoal com o avanço acelerado da IA nos próximos cinco anos. Porém o uso cada vez maior da inteligência artificial pela grande parte das empresas pode estar criando alguns empregos na zona do euro ao invés de destruí-los como muitos temem, diz uma publicação no blog do Banco Central Europeu (BCE) nesta quarta-feira (04).


  Muitos economistas têm debatido se a IA poderia deixar funcionários de escritório desempregados, e um estudo recente do Instituto Ifo da Alemanha descobriu que um quarto das empresas alemãs esperam cortar gastos com a IA nos próximos cinco anos. Porém a Pesquisa sobre Acesso ao financiamento das Empresas, do BCE, descobriu que as empresas que usam muito as IA são mais propensas a contratar pessoal adicional no curto prazo.


representação gráfica da inteligência Artificial
representação gráfica da inteligência Artificial


  “Em outras palavras, as empresas que utilizam intensivamente a IA tendem, em média, a contratar em vez de demitir”, afirmou a publicação no Blog, que não reflete necessariamente a opinião do BCE.


Redator: Pedro da Souza Silva

Orientadora: Profa. Maria Aparecida

Site: Ana Luysa Santos e Natália Ribeiro

Instagram: Gabriela Santos de Resende e Gabriele Santos Stefani

 
 
 

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