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Brasil sofre no 2° estádio mais alto do mundo, classifica Bolívia com derrota e fecha as Eliminatórias em 5° lugar

  • Foto do escritor: Art Pichiliani
    Art Pichiliani
  • 29 de set. de 2025
  • 3 min de leitura

La Paz (Bolívia) — A Seleção Brasileira encerrou as Eliminatórias da Copa do Mundo com uma derrota dolorosa e simbólica. Jogando no Estádio Hernando Siles, em La Paz — o segundo mais alto do mundo, a 3.637 metros de altitude — o Brasil não resistiu ao cansaço físico, perdeu para a Bolívia e terminou a competição apenas na 5ª colocação da tabela.

A partida foi marcada pelo domínio dos bolivianos desde o primeiro tempo. Empurrada por sua torcida e beneficiada pela altitude, a Bolívia aproveitou a falta de fôlego dos brasileiros e construiu uma vitória histórica, que garantiu a classificação da equipe para o Mundial.

O técnico brasileiro tentou mudar a postura do time no segundo tempo, mas a Seleção encontrou dificuldades para trocar passes e acelerar o jogo. A altitude voltou a ser protagonista, com jogadores reclamando de dores de cabeça, falta de ar e queda de rendimento físico.

Para a Bolívia, o resultado teve sabor de redenção: após campanhas discretas em outras edições, a vaga no Mundial foi celebrada como um feito histórico. Já para o Brasil, a derrota acendeu o sinal de alerta. Embora classificado para a repescagem graças ao 5º lugar, o desempenho irregular nas Eliminatórias preocupa torcedores e especialistas.

“Não foi apenas a altitude. Faltou organização, intensidade e concentração. O Brasil precisa se reinventar antes da Copa”, avaliou um comentarista esportivo local.

Agora, a Seleção terá pouco tempo para corrigir os erros e reencontrar a confiança. O desafio é transformar o tropeço em La Paz em combustível para buscar a reação no maior palco do futebol mundial.


Bolívia surpreende o Brasil em El Alto: vitória por 1-0 garante vaga no playoff


El Alto / La Paz (Bolívia) — Em uma partida histórica disputada em 9 de setembro de 2025, a seleção boliviana derrotou o Brasil por 1 a 0, no Estádio Municipal El Alto, a mais de 4.000 metros de altitude, e garantiu sua classificação para o playoff intercontinental da Copa do Mundo de 2026. 

O gol decisivo e o contexto

  • O único gol da partida saiu nos acréscimos do primeiro tempo, aos 45+4 minutos: Miguel Terceros converteu uma penalidade a favor da Bolívia. 

  • A vitória representou uma virada importante para a Bolívia: com o resultado, os bolivianos superaram a Venezuela na briga por uma vaga no playoff mundialista. 


O jogo em si

  • A Bolívia mostrou uma postura agressiva desde o início, tentando impor ritmo no meio-campo e explorar os efeitos da altitude sobre os visitantes. 


  • O Brasil entrou com uma escalação mesclada, poupando alguns titulares, e sofreu bastante com a adaptação ao ar rarefeito. 


  • Durante o segundo tempo, o técnico Carlo Ancelotti fez substituições para tentar retomar o controle da partida, mas a Bolívia soube segurar o ímpeto brasileiro, administrando a vantagem com uma defesa compacta e disciplinada.


  • Estatísticas da partida mostram que o Brasil manteve mais posse de bola (57,6% contra 42,4%), mas teve muitos disparos sem direção ou bloqueados, e apenas 3 chutes a gol. A Bolívia, mesmo com menos posse, conseguiu 10 finalizações ao gol, explorando transições rápidas e bolas paradas.


Repercussão e desdobramentos

  • A derrota custou caro ao Brasil: a seleção terminou as Eliminatórias na 5ª colocação, sua pior campanha histórica nesse formato de qualificação. 


  • Autoridades brasileiras, incluindo o presidente da CBF, criticaram duramente as condições da partida em El Alto, citando a altitude extrema, o comportamento da arbitragem, a atuação da polícia local e até interferências de bola-menos (bolas jogadas na partida para atrapalhar os brasileiros).


  • Para a Bolívia, o resultado é celebrado como um feito significativo: o time aproveitou o momento decisivo, jogou com confiança e agora disputará o Playoffs intercontinental em março de 2026. 


No Brasil

  • Críticas à CBF e ao técnico Carlo Ancelotti A derrota em El Alto foi vista como um vexame. Muitos analistas disseram que o treinador não soube preparar o elenco para lidar com a altitude. A CBF foi criticada por aceitar jogar em condições tão extremas sem se posicionar mais firmemente contra a escolha do estádio.

  • Pressão sobre jogadores A imprensa esportiva destacou a apatia da Seleção, mesmo com nomes como Vini Jr, Rodrygo e Paquetá em campo. A falta de intensidade e a dificuldade de adaptação foram os principais pontos levantados.

Torcida indignada


 Nas redes sociais, muitos torcedores ironizaram a situação, lembrando que o Brasil, pentacampeão mundial, terminou as Eliminatórias em 5º lugar, atrás até da Bolívia. Alguns pediram mudanças urgentes na convocação e no comando da equipe antes da repescagem.



Na mídia internacional

  • Debate sobre altitude Veículos internacionais voltaram a questionar se é justo disputar jogos oficiais a mais de 4.000 metros. Manchetes falavam em “condições extremas” e em como isso afetou a performance dos jogadores brasileiros.

Sinal de alerta para o Brasil


 Comentários em jornais da Europa destacaram que a Seleção já não tem a mesma aura de invencibilidade. O 5º lugar nas Eliminatórias foi visto como um retrato do momento instável do futebol brasileiro.

 
 
 

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