Maus-tratos Infantis
- Art Pichiliani
- 10 de abr. de 2025
- 6 min de leitura
O abuso sexual infantil é uma forma grave de violência que afeta milhares de crianças no Brasil. Alguns dados do Ministério da Saúde, foram notificados 202.948 casos de violência sexual contra crianças e adolescentes entre 2015 e 2021, o que representa quase 80 casos por dia nesse período. A educação sexual, tanto em casa quanto na escola, é boa para que as crianças compreendam seus limites e saibam identificar situações abusivas.
O abuso infantil pode ser tanto uma violação grave que pode se manifestar em várias formas, tipo, física, emocional, sexual e negligência, e os sinais incluem mudanças de comportamento, lesões inexplicáveis e dificuldade em confiar em adultos.
As causas são variadas e podem envolver fatores sociais, familiares e culturais. As consequências do abuso também podem ser duradouras, afetando a saúde mental e as relações da criança ao longo da vida.
Casos relacionados ao abuso infantil
Um caso recente que aconteceu semana passada na madrugada de sexta-feira (20/09) em um apartamento que foi localizado em Mangueira 4, em João Pessoa, um menino de 6 anos chamado Miguel Ryan foi morto pela própria mãe, que teria o esfaqueado e depois decapitado a criança.
Segundo os vizinhos, gritos de socorro foram ouvidos horas da manhã, o que mobilizou a Polícia Militar na mesma hora.
Quando os policiais chegaram ao local, encontraram uma cena devastadora, a mãe, Maria Rosália Mendes, estava sentada no sofá com a cabeça do menino em seu colo que também apresentava lesões no tórax.

O velório da vítima, Miguel Ryan Mendes Alves, aconteceu na tarde deste sábado (21) de setembro. Ele foi enterrado no cemitério Campo Santos, que foi localizado em pedras de fogo, em uma cidade vizinha.
A principal suspeita desse caso, morava no mesmo apartamento onde ocorreu o crime, ela morava naquele apartamento a mais ou menos um mês e nem era tão conhecida pela vizinhança, e por
isso, ninguém soube informar como e o que pode ter provocado o crime. A suspeita de mais ou menos 26 anos foi socorrida e levada
para um Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, que é onde está sendo mantido sob custódia.
Esse caso foi o mais trágico e o mais brutal, por causa de violência contra as crianças, homicídio, a criança pedia pela mãe, dizendo que estava com medo e queria ela por perto, os vizinhos ao lado, ouviram pelo seu pedido mas quando os vizinhos tinham chamado as autoridades, já era tarde demais, pois a mãe já tinha feito o crime brutal com seu filho de 6 anos de idade e diz que se arrepende, pois realmente amava seu filho, mas os policiais não acreditaram em suas palavras.

Os agentes da Polícia Militar da Paraíba que participaram do caso da criança de 6 anos que foi decapitada pela própria mãe, em João Pessoa, que no dia do caso, sexta-feira (20) de setembro, passaram por um momento muito psicológico. A informação foi confirmada pela PM que foi na terça-feira (24).
O tenente-coronel Ferreira, mandou três agentes que foram apresentados na segunda-feira (23), que obviamente é um procedimento de protocolo, que iniciou rapidamente, a maioria dos agentes foram levados para o acompanhamento que tiveram, por causa da decapitação que foi um condicional sobre o acontecimento para o acompanhamento psicológico dos agentes.
Tanto que as cenas da cena do crime, foram tão fortes, que nem os próprios policiais e agentes conseguiram ficar para ver a cena, encontraram a mãe sentada na cadeira com a cabeça do filho no colo, e além disso, no mesmo momento ela tentou atacar os policiais e foi baleada na mesma hora.
Outros casos parecidos
Um outro caso que aconteceu em São Paulo, no ano passado, na noite de quarta-feira (20) de dezembro, um garoto de 2 anos chamado Rodrigo Junior Santos Queiroz, foi vítima de maus tratos pelo seus pais, porque apresentava hematomas no rosto, tórax e braços, na boca, tinha dentes quebrados e com cortes profundos na gengiva.
O pai da criança, Rodrigo Pinheiro de 27 anos, afirmou à polícia que o garoto teria uma crise de alergia e negou qualquer tipo de violência contra o menino, Questionando sobre as lesões, afirmando que a criança caiu, só que não soube dizer provas concretas de como ocorreu e quando ocorreu esse suposto “ acidente “.

O Rodrigo Junior Santos Queiroz, foi levado até a UPA 26 de Agosto em Itaquera que fica na zona leste da capital paulista, ao chegar lá, os médicos o socorreram rapidamente, mas o garoto veio a óbito
os médicos suspeitaram de seus responsáveis, porque os hematomas e fraturas no corpo, se identificam com maus-tratos infantis.
Já a mãe se chama Eliana da Paixão de 21 anos, também afirmou que o garoto tinha uma crise de alergia e por isso que tem muitas marcas em seu corpo, só os registros mostram que os ferimentos causados em seu corpo, seriam por “bruxismo”, que significa que a pessoa tem um transtorno quando bate os dentes, que é como a vítima tenha se machucado sozinha.

Além disso, a mãe diz que em casa o seu filho estava sentindo falta de ar, enquanto Rodrigo Pinheiro, pai da criança, estava fazendo massagem cardíaca e depois pediram um transporte de aplicativo para ir ao UPA 26 de agosto.
Na delegacia, os dois não demonstraram nenhum sinal de tristeza e nem preocupação com a morte de seu filho, e sim, frieza durante todo o depoimento e constataram que manobras respiratórias não poderiam causar lesões encontradas no corpo do menino.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal, que é o IML , para realização de exames e liberado na noite desta quinta-feira. O caso foi registrado no 24º DP, que no caso é Ponte Rasa.

A avó de Rodrigo Junior Santos Queiroz explicou que ele havia crescido com ela praticamente a vida toda, mas voltou à casa dos pais depois de uns quatro meses. Agora, em novembro do ano passado, os pais do menino teriam ido viajar e deixar a criança e, casa com os cuidados da babá, só que quando ela estava cuidando dele, percebeu que havia hematomas no corpo do menino e no mesmo instante avisou a avó que também já tinha visto as lesões e estranheza no comportamento do garoto.
Quando chegaram ao hospital, os próprios médicos afirmaram que Rodrigo Junior todos aqueles hematomas não eram de uma queda simples, e sim, maus-tratos, que ele sofria agressões. O Rodrigo Junior Santos Queiroz já sofria maus-tratos a muito tempo, dizia a avó e que a maioria dos parentes estavam tentando pegar a guarda do menino na justiça, e já prepararam um quarto e tudo que conseguissem, assim que pegarem a guarda dele.
O menino sofria tanto que às vezes não conseguia dormir por causa dos hematomas fortes, ele gritava de dor e a babá e avó não sabiam mais o que fazer e levaram ele direto no hospital para confirmar sua suspeita.
Um menino de 5 anos chamado Matheus foi baleado na cabeça durante uma ação de criminosos na noite do dia (18) de setembro deste ano. Os dois homens estavam em um carro que contém o modelo HB20 Sedan Preto, que chegou atirando com o intuito de matar um rapaz de mais ou menos 51 anos, chamado Pedro da Costa que estava na frente da casa de sua família na Rua São José da Laje, no Parque Alvorada.

O homem Pedro da Costa, tomou dois tiros: um na axila e outro na perna direita, já o menino Matheus, levou um tiro na cabeça e ficou ferido gravemente, foram socorridos com urgência pelo Corpo de Bombeiros no Hospital Geral de Guarulhos.
O pai da criança contou que não conhecia os indivíduos que estavam dentro do carro e dispararam os tiros contra a casa de uma família.
Os dois feridos permanecem internados no Hospital Geral de Guarulhos, e também de acordo com a Secretaria de de Segurança Pública, foi solicitada uma perícia no local que teve tentativa de homicídio.
Um vídeo feito por câmeras de segurança mostram o momento em que o carro preto para na porta da casa da família em Guarulhos e dois homens efetuaram diversos disparos contra o Pedro da Costa. Matheus, que estava no sofá da sala do imóvel, foi baleado na cabeça.
A polícia analisa imagens de câmeras de vigilância da rua para entender a dinâmica do crime e prender os dois criminosos que participaram da ação.
Redatora: Sophia Calixto Rodrigues.
Orientadora e Corretora: Profa. Maria Aparecida.
Site: Isadora Ferreira Bizerra e Arthur Silva Pichiliani.
Instagram: Julia Maria.





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