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O sonho de Harvard apenas para estados-unidenses?

  • Foto do escritor: Art Pichiliani
    Art Pichiliani
  • 30 de jun. de 2025
  • 2 min de leitura

No dia 4 de junho, o atual presidente norte-americano, executou a ordem que proíbe estudantes estrangeiros cursarem em Harvard. Como justificativa, o governo se pronunciou dizendo: "O Federal Bureau of Investigation (FBI) alerta há muito tempo que adversários estrangeiros aproveitam o fácil acesso ao ensino superior americano para roubar informações, explorar pesquisa e desenvolvimento e espalhar informações falsas".

O governo de Trump é patriota ao extremo, sendo discriminativo e completamente exclusivo em suas decisões, como nas deportações abusivas, novas taxas desnecessárias, e agora a maior marca do patriotismo que é a proibição de estrangeiros em Harvard. A reação de Harvard à essa decisão não foi positiva e acabou fazendo o presidente norte-americano recuar sobre sua decisão. Por tanto deu à instituição 30 dias para contestar esses planos. 

O Departamento de Segurança Interna mandou um comunicado à Harvard para a retirada da certificação da instituição em um programa federal de matrícula de estudantes estrangeiros. O Departamento de Justiça apresentou a notificação no tribunal, sobre a extensão de uma ordem temporária que impede o governo de revogar o direito da universidade de receber estudantes internacionais.

A proibição impede os estrangeiros de viverem o sonho de estudar em Harvard, e não só os que sonham com a instituição mas também os estrangeiros que já estudam lá, cerca de 7.000 estudantes estrangeiros seriam prejudicados por essa lei. A universidade usou um ótimo argumento que mostra a violação dos direitos humanos, e que não pode inibir o indivíduo de ter acesso, ou pelo menos a chance de tentar se matricular, à melhor educação do ensino superior. 


Na audiência judicial, em Boston, Harvard afirma que essa decisão terá efeitos devastadores visto que muitos dos estudantes estrangeiros dependem do visto de estudante para ficarem no país. Entretanto, a Harvard depende muito dos estrangeiros. “Sem seus estudantes internacionais, Harvard não é Harvard”, disse a instituição, que tem 389 anos, ainda chegou a afirmar que perderia um quarto de sua universidade e também estudantes que contribuem com sua missão.



Redator: Leo Keidan Oliveira

Orientadora: Profa. Maria Aparecida

Site: Isadora Ferreira Bizerra e Arthur Silva Pichiliani

Instagram: Julia Maria e Yasmin Garcia

 
 
 

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